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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

É melhor ser alegre que ser triste

 

Sessão de Autógrafos Nicolau Breyner

Dia 8 de Dezembro, às 16.30 horas, na Livraria, Piso -1, do El Corte Inglés de Lisboa

Nicolau Breyner vai estar no El Corte Inglés de Lisboa para autografar a sua primeira e única biografia – “Nicolau Breyner – é melhor ser alegre que ser triste”, da autoria de Sarah Adamopoulos com a colaboração do autor.
Aos setenta anos e já com cinquenta de carreira, o nome de Nicolau Breyner é familiar à maioria dos portugueses. Seja da televisão, do teatro ou do cinema, é reconhecido pelo seu trabalho e pela galeria de personagens inesquecíveis que construiu.
Escrito em colaboração com Nicolau Breyner, este livro percorre essas sete décadas da existência de «um homem conhecido pelas qualidades humanas de quem se construiu em torno dos afectos».
Actor, produtor e realizador tem um trajecto de vida em que se cruzam alegrias, tristezas e histórias de origem diversa. Entre Serpa, Lisboa e o mundo, a vida de Nicolau Breyner já merecia dar um livro.
Sarah Adamopoulos nasceu em Roterdão (Holanda) em 1964. Vive em Portugal desde o início dos anos 70, quando o seu pai, músico francês de origem grega, veio integrar a Orquestra Gulbenkian.
Iniciou-se no jornalismo de imprensa no final dos anos 80, tendo também trabalhado em rádio e em televisão. Como escritora, publica desde 1997 sobretudo ficção, mas também crónicas de jornalismo literário.
“Nicolau Breyner – É melhor ser alegre que ser triste” é a sua estreia no género biográfico.

Nicolau Breyner
É melhor ser alegre que ser triste
de Sarah Adamopoulos
Primeira e única biografia com a colaboração do autor
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 312
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896571061

SinopseNicolau Breyner - É melhor ser alegre que ser triste conta a vida de um alentejano tirado à terra a quem Deus entregou um outro destino. Português incatalogável, é um actor versátil, com caminho feito no teatro de revista e na comédia, experimentadíssimo nos plateaux de televisão e de cinema, produtor, realizador, e também autor de programas que mudaram a história da televisão e do humor feitos em português. Para além das suas próprias histórias, aqui ficam também contadas partes de várias outras - as do teatro, da televisão, do cinema, mas também algumas de Serpa e de Lisboa. Feito em colaboração com o actor, É melhor ser alegre que ser triste percorre setenta anos de vida e cinquenta de carreira de um homem conhecido pelas qualidades humanas de quem se construiu em torno dos afectos.

Pode uma vida ser explicada em cinco partes, apenas cinco dimensões de um todo? Ao contar-se, Nicolau Breyner divide-se pelo Alentejo, pelo teatro, pelo cinema e pela televisão, mas é na última parte, Nico, que nos narra o homem.

Excerto«Eu sou uma espécie de ornitorrinco, e não só politicamente. Tenho peças de várias procedências, sou feito de diferentes naturezas, sou um ser atípico. Durante a minha vida conheci muita gente, aconteceu muita coisa, vivi muito, e isso fez-me diferente. Mas sou, antes de mais, cristão. Em termos ideológicos, sou mais profundamente cristão do que qualquer outra coisa. E o meu cristão rebela-se contra o estado do mundo. Como é que nós podemos ir dormir descansados quando há pessoas que nem sequer esperança têm? Há quem me considere um anarquista de direita – e se calhar sou mesmo!»
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Marina

 

Marina
de Carlos Ruiz Zafón
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 264
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896571191

Sinopse
«Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos.» «À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre.» Carlos Ruiz Zafón «Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim.» «Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro.» «Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. «Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu.»
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