terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Matteo perdeu o emprego

 

Matteo perdeu o emprego
de Gonçalo M. TavaresEdição/reimpressão: 2010
Páginas: 216
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04290-3
Colecção: MARCA D'ÁGUA
Idioma: Português

Sinopse
Matteo responde a um anúncio de emprego. Toca à campainha e uma mulher recebe-o. Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo. Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o. De novo, a mesma particularidade estranha.
Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas - até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego.
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Caderneta de Cromos - Nuno Markl

 

Sessão de Autógrafos Nuno Markl

Dia 11 de Dezembro, às 16.30 horas, na Livraria, Piso -1, do El Corte Inglés de Lisboa

O carismático Nuno Markl, estará na Livraria do El Corte Inglés (Piso -1) no dia 11 de Dezembro, pelas 16h30, para autografar o seu livro “Caderneta de Cromos”, uma “enciclopédia definitiva sobre o que nos deliciava nos anos 70 e 80”.
Em o “Homem que Mordeu o Cão”, Nuno Markl contou histórias muito bizarras, 2mas haverá história mais bizarra do que crescer nas décadas de 70 e 80?” É uma questão colocada pelo próprio autor que dos microfones da Rádio Comercial para as páginas profusamente ilustradas desta “Caderneta de Cromos” vem revelar crónicas e cromos da nossa infância e juventude.
Patrícia Furtado assina uma centena de desenhos “dos mais bombásticos e inesquecíveis” cromos destas décadas, promete a editora do livro, a Objectiva.
O livro de Markl responde a questões fundamentais como: “Samantha Fox e Kim Wilde: Qual delas para casar? Qual delas para o coiso?”, “Quantas maneiras havia de comer as bolachas Belinhas?”, “Usar um casaco branco igual ao do Don Johnson no Miami Vice resulta na vida real quando se é caixa de óculos?”, “Porque é que o Fizz Limão é o D. Sebastião da indústria de gelados?” ou ainda a não menos pertinente questão: “Como se resolve, afinal, o Cubo Mágico?”.
Neste livro de humor, com 100 crónicas, cada crónica possui um cromo ilustrado, a preto e branco mas todos os interessados terão a possibilidade de colar, por cima dessa versão sem cor, as versões coloridas dos cromos. Para isso tem de se inscrever em http://obectiva.pt/pt/cadernetadecromos e cada vez que sair uma nova carteirinha de cromos será avisado por e-mail.
Nuno Markl é autor de várias rubricas radiofónicas entre as quais “O Homem que Mordeu o Cão”, na Rádio Comercial, e das diferentes reencarnações dessa rubrica sob a forma de livros, espectáculo ao vivo e programa de televisão, na TVI.
Na Antena 3 foi o autor de “Há Vida em Markl” e é sócio da Produções Fictícias desde a sua fundação sendo co-autor de programas como “Herman Enciclopédia”, “Paraíso Filmes”, “O Programada Maria” ou “Os Contemporâneos”, onde interpretava alguns sketches. No Cinema participou como actor em a Bela e o Paparazzo. Markl escreve e apresenta “A Caderneta de Cromos” no programa “Manhãs da Comercial” desde Novembro de 2009 e “mantém viva a esperança de que alguém lhe dê o Castelo de Grayskull, dos Masters do Universo.”
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É melhor ser alegre que ser triste

 

Sessão de Autógrafos Nicolau Breyner

Dia 8 de Dezembro, às 16.30 horas, na Livraria, Piso -1, do El Corte Inglés de Lisboa

Nicolau Breyner vai estar no El Corte Inglés de Lisboa para autografar a sua primeira e única biografia – “Nicolau Breyner – é melhor ser alegre que ser triste”, da autoria de Sarah Adamopoulos com a colaboração do autor.
Aos setenta anos e já com cinquenta de carreira, o nome de Nicolau Breyner é familiar à maioria dos portugueses. Seja da televisão, do teatro ou do cinema, é reconhecido pelo seu trabalho e pela galeria de personagens inesquecíveis que construiu.
Escrito em colaboração com Nicolau Breyner, este livro percorre essas sete décadas da existência de «um homem conhecido pelas qualidades humanas de quem se construiu em torno dos afectos».
Actor, produtor e realizador tem um trajecto de vida em que se cruzam alegrias, tristezas e histórias de origem diversa. Entre Serpa, Lisboa e o mundo, a vida de Nicolau Breyner já merecia dar um livro.
Sarah Adamopoulos nasceu em Roterdão (Holanda) em 1964. Vive em Portugal desde o início dos anos 70, quando o seu pai, músico francês de origem grega, veio integrar a Orquestra Gulbenkian.
Iniciou-se no jornalismo de imprensa no final dos anos 80, tendo também trabalhado em rádio e em televisão. Como escritora, publica desde 1997 sobretudo ficção, mas também crónicas de jornalismo literário.
“Nicolau Breyner – É melhor ser alegre que ser triste” é a sua estreia no género biográfico.

Nicolau Breyner
É melhor ser alegre que ser triste
de Sarah Adamopoulos
Primeira e única biografia com a colaboração do autor
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 312
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896571061

SinopseNicolau Breyner - É melhor ser alegre que ser triste conta a vida de um alentejano tirado à terra a quem Deus entregou um outro destino. Português incatalogável, é um actor versátil, com caminho feito no teatro de revista e na comédia, experimentadíssimo nos plateaux de televisão e de cinema, produtor, realizador, e também autor de programas que mudaram a história da televisão e do humor feitos em português. Para além das suas próprias histórias, aqui ficam também contadas partes de várias outras - as do teatro, da televisão, do cinema, mas também algumas de Serpa e de Lisboa. Feito em colaboração com o actor, É melhor ser alegre que ser triste percorre setenta anos de vida e cinquenta de carreira de um homem conhecido pelas qualidades humanas de quem se construiu em torno dos afectos.

Pode uma vida ser explicada em cinco partes, apenas cinco dimensões de um todo? Ao contar-se, Nicolau Breyner divide-se pelo Alentejo, pelo teatro, pelo cinema e pela televisão, mas é na última parte, Nico, que nos narra o homem.

Excerto«Eu sou uma espécie de ornitorrinco, e não só politicamente. Tenho peças de várias procedências, sou feito de diferentes naturezas, sou um ser atípico. Durante a minha vida conheci muita gente, aconteceu muita coisa, vivi muito, e isso fez-me diferente. Mas sou, antes de mais, cristão. Em termos ideológicos, sou mais profundamente cristão do que qualquer outra coisa. E o meu cristão rebela-se contra o estado do mundo. Como é que nós podemos ir dormir descansados quando há pessoas que nem sequer esperança têm? Há quem me considere um anarquista de direita – e se calhar sou mesmo!»
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Deus Não Gosta de Nós

 

Deus Não Gosta de Nós
de Hank Moody
O livro fenómeno da série de culto
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 196
Editor: Marcador
ISBN: 9789898470003

Sinopse
Uma obra literária e amarga que conta a história da passagem à idade adulta de uma geração apática o livro que serviu de base para uma série Californication. Contado numa voz única e subtil, Deus Não Gosta de Nós é uma obra original e surpreendentemente inesquecível.

Excerto
«É preferível uma manhã marcada pelo embaraço que uma noite de solidão.»
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Poema Sujo

 

Poema Sujo
de Ferreira GullarEdição/reimpressão: 2010
Páginas: 72
Editor: Ulisseia
ISBN: 9789725686331


Sinopse

Escrito em Buenos Aires em 1975, no exílio a que a ditadura militar brasileira o obrigou, e nas palavras de Vinicius de Moraes, "o mais importante poema escrito em qualquer língua nas últimas décadas", Poema Sujo é um livro incontornável na poesia brasileira. Torrencial, escrito "da necessidade de escrever um poema que fosse o meu testemunho final, antes que me calassem para sempre", é um manifesto tão universal quanto íntimo.

« “Poema Sujo” está decerto entre os mais importantes poemas da língua portuguesa no século XX.»

José Mário Silva, Expresso
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Divórcio em Buda

 

Divórcio em Buda
de Sándor Márai
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 192
Editor: Dom Quixote
ISBN: 9789722041331
Colecção: Ficção Universal


Sinopse

O último expediente chegado à mesa de trabalho de Kristóf Kömives, juiz na Budapeste de entre guerras, é o divórcio dos Greiner. Mais um caso, não fosse o nome de solteira da mulher, Anna Fazekas, fazer o magistrado perder a sua imutável serenidade.

Imre Greiner e Kristóf haviam sido colegas de escola, mas é a lembrança de Anna que é mais intensa para o juiz: a evocação de instantes fugazes passados com ela são o suficiente para perturbar, depois de tantos anos, o aparente sossego da sua respeitável vida burguesa. E quando Greiner se apresenta em sua casa com a notícia do suicídio da mulher, Kristóf não consegue resistir ao turbilhão de pensamentos que inunda o seu espírito. No decurso de uma noite, Kristóf assumirá o duplo papel de acusado e testemunha da confissão de Greiner, que, à medida que conta a história do seu casamento com Anna, porá em evidência o abismo que separa os dois homens.

Assim, tendo como pano de fundo o estalar iminente da guerra mais devastadora que a Humanidade conheceu, a morte da mulher que ambos amaram dá-lhes a oportunidade de reflectir sobre vivências e sentimentos que nunca foram capazes de partilhar com ninguém, e redimir em parte, talvez, os erros que os levaram à situação actual.
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domingo, 14 de novembro de 2010

A Queda dos Gigantes

 

A Queda dos Gigantes
Trilogia O Século - Livro 1
de Ken Follett
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 928
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722344289
Colecção: Grandes Narrativas


Sinopse

Em A Queda dos Gigantes, o primeiro volume da trilogia "O Século", as vidas de 5 famílias - americana, alemã, russa, inglesa e escocesa - cruzam-se durante o período tumultuoso da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do Movimento Sufragista.
Neste primeiro volume, que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com as cinco famílias que nas suas sucessivas gerações virão a ser as grandes protagonistas desta trilogia. Os membros destas famílias não esgotam porém a vasta galeria de personagens, incluindo mesmo figuras reais como Winston Churchill, Lenine e Trotsky, o general Joffreou ou Artur Zimmermann, e irão entretecer uma complexidade de relações entre paixões contrariadas, rivalidades e intrigas, jogos de poder, traições, no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino.
Um extraordinário fresco, excepcional no rigor da investigação e brilhante na reconstrução dos tempos e das mentalidades da época.
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